Daddy Yankee.
Segundo a midia esse portoriquinho eh o que tem sido responsavel pelo exito do reggeaton
ritmo latinoamericano influenciado pelo hip hop, bem popular entre os jovenzinhos, com dança provocativa e sensual,dizem ate que se inspiraram no funk.
Tudo que eh sucesso causa divisao de opiniao, o reggeaton para alguns eh um estilo feio,vulgar e pobre com letras repetitivas de rimas sem sentido e imoral para outros eh o "suing" do momento. nas festas nao pode faltar de maneira alguma.
Nem no som do carro que foi onde conheci, meu marido e os meninos jah gostam muito, eh o video que passa quando a gente sai de passeio.
Bjins a todos.
PS: Ouçam esse chamado de emergencia. Acho boazinha essa musiquinha.
miércoles, 21 de octubre de 2009
Reggeaton
Toda vez que eu vou me atirar, junta gente pra ver

Esse texto minha irmazinha enviou-me, ñ sei de onde ela tirou.
Achei interessantezin,
Por isso Resolvi compartilhar com vc.
Porque em verdade isso eh um pouco da nossa realidade:
Tem um monte de gente que torce por vc, assim como tem outros tantos q querem te v fu... na vida.
Toda vez que eu vou me atirar, junta gente pra ver.
Uns gritam: pula!
Outros gritam: não pula!
E outros esperam sem interferir.
Uns choram, outros fazem piada, outros observam em silêncio.
Mas a decisão é minha, eu sei.
Num momento indeterminado, que sempre me pega de surpresa por ser igual aos outros, eu finalmente pulo e começo a jornada pelos ares. Agora ninguém fica indiferente e todos querem ver. Eu vôo sobre os "ooooooooohs" admirados da multidão. Nesse momento eles me amam. Até os que não me conhecem ou desejam que eu caia, todos me amam, com um amor que não é pra mim e que eu aceito e deixo passar, leve e livre.
Às vezes eu caio. É por isso que vão me ver, quando vou me atirar. Porque às vezes eu caio e, mesmo que não caia, sempre existe o perigo de cair. Levei muito tempo para aprender a cair e ainda não sei bem. Sei mais sobre voar. Cair dói e às vezes eu morro. A cada vez que morro, pra renascer é um custo. Houve um tempo em que achei que não saberia renascer. Agora, depois de tantas vezes, sinto que um dia não terei forças para renascer mais uma vez e não sei se já chegou a hora.
Mas sei que é assim mesmo. Um dia não terei forças para renascer mais uma vez e isso acontecerá sem ruído, num momento igual aos outros. Morrer não é defeito.
É também por isso que, toda vez que eu vou me atirar, junta gente pra ver.
Flávia Quirino
Jornalista DRT/TO 442
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